terça-feira, 5 de maio de 2026

AULA DO DIA 04/05




O avanço da disciplina de Tecnologias Digitais no Ensino tem nos permitido, a cada semana, subir mais um degrau. São novas descobertas, novos questionamentos e diversas inquietações; de fato, esse processo tem nos tirado da zona de conforto e nos levado a refletir sobre as tecnologias, sejam digitais ou não.

Ao tratar das tecnologias digitais e de sua utilização no ensino, muitas vezes acreditamos que artefatos tecnológicos mais robustos serão suficientes para chamar a atenção dos estudantes e garantir interação e interatividade. No entanto, a aula de ontem evidenciou que essa ideia é limitada. No primeiro momento, durante o desenvolvimento do PBL ministrado por Alexandra e Ricardo, ao discutirmos interfaces digitais e interatividade, ficou ainda mais claro que não é o artefato (tampouco uma interface altamente elaborada) que assegura, por si só, a interação e a interatividade.

Como foi discutido, é fundamental considerar o papel de cada sujeito nas situações de ensino que envolvem tais artefatos: quais são as responsabilidades do professor e do estudante e até que ponto cada um deve atuar para que a interação ocorra e, consequentemente, a aprendizagem se efetive. Além disso, é importante reconhecer que, em determinados momentos, pode haver rupturas em relação ao que se espera de cada sujeito, com atitudes que extrapolam o planejamento inicial, o que também pode ser potente no processo educativo.

No segundo momento da aula, discutimos a metodologia STEAM, uma abordagem educacional interdisciplinar que integra Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics). Ainda que de forma inicial, essa discussão abre caminho para um aprofundamento na próxima semana, por meio das leituras propostas, permitindo que retornemos com reflexões mais fundamentadas e críticas.

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